terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FARINHA DE COCO LIVE


FARINHA DE COCO INTEGRAL COPRA

Ingredientes: Farinha de coco-da-baía (cocos nuciferas L.)

- NÃO CONTÉM GLÚTEN

- NÃO TEM QUALQUER PRODUTO QUIMICO ADICIONADO, É 100% NATURAL

- CONTEM MENOS DA METADE DO TEOR DE GORDURA DO FARELO DE TRIGO

- O BAIXO TEOR DE GORDURA PRESENTE NA FARINHA DE COCO É DE CADEIA MÉDIA (TCM)

- TEM BAIXA CONCENTRAÇÃO DE HIDRATO DE CARBONO DIGESTÍVEL

- TEM ALTA CONCENTRAÇÃO DE AMIDO RESISTENTE

- POSSUI MAIS FIBRAS QUE OUTROS GRÃOS (que tem glúten), 4 VEZERS MAIS QUE O FARELO DE AVEIA, 2 VEZES MAIS QUE FARELO DE TRIGO E 3 VEZES MAIS QUE A SEMENTE DE LINHAÇA MOIDA

- CONTÉM FERRO E MAIS DE 10% EM PROTEINAS

- TEM BAIXO TEOR DE CARBOIDRATOS

- CONTÉL ELEVADO INDICE DE FIBRAS E POR ISSO É GRANDE COLABORADOR PARA O PROGRAMA DE PERDA DE PESO, PROMOVENDO UM SENTIMENTO DE SACIEDADE COMO TAMBEM AJUDA NA REGULARIZAÇÃO DO INTESTINO

- PODE SER USADO PARA FAZER PÃES, BOLOS, TORTAS E BISCOITOS.

- PODE SER ADICIONADA AOS CEREAIS, IOGURTE, VITAMINAS, SMOOTHIES E RAÇÃO HUMANA

COMO CONTÉM AÇÚCAR NATURAL PROVENIENTE DA CARNE DO COCO, AS RECEITAS PODEM UTILIZAR MENOS AÇUCAR.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

LEIA COM ATENÇÃO E ACREDITE É VERDADE

O PODER DO ÓLEO DE COCO

Eu já postei aqui um texto resumido sobre as maravilhosas propriedades do óleo de coco, mas recebi hoje da Cris um texto enorme sobre o assunto e que me deixou absolutamente fascinada sobre o “poder ainda mais poderoso” do óleo de coco!!

Vou reproduzí-lo na íntegra para vocês, vale a pena!!!

Em negrito, os trechos que me deixaram mais impressionada!!!

Estudos mostram que o óleo de coco é um forte inimigo do HIV

Cientistas filipinos e canadenses em estudos isolados descobriram que princípios químicos encontrados no óleo de coco não só podem destruir o HIV (AIDS), como também inibir o desenvolvimento do vírus e sua carga viral.

Por Frank Cimatu
Inquirer News Service
PDI Northern Luzon Bureau
Cidade de Baguio

coco01.jpgA Fundação Filipina para Pesquisa e Desenvolvimento do Coco juntamente com o Hospital São Lázaro e os Laboratórios United, conduziram em 1999 os primeiros testes de HIV / AIDS efetuados nas Filipinas. Os testes envolveram 15 pacientes do Hospital São Lázaro portadores de HIV, nos primeiros estágios de desenvolvimento do vírus.
Os testes basicamente procuravam determinar se a monolaurina, um derivado do ácido laurico seria responsável pelo aumento de células CD4 e a redução da carga viral nos pacientes num estágio ainda não detectável. As células CD4 são a primeira linha de defesa do corpo contra doenças e infecções, mas também são as primeiras a serem atacadas pelo HIV.

A carga viral é a quantidade de vírus no sangue.
O Dr. Conrado Dayrit, Presidente da Academia Nacional de Ciências e Tecnologia e membro do Conselho do PCRDF, num pronunciamento anterior, afirmou que o HIV, o vírus que causa a AIDS, está envolvido por uma membrana gordurosa que a monolaurina pode penetrar e mutilar rapidamente após ingerido. A monolaurina destrói a membrana que envolve o vírus por um processo de amaciamento. “Se isso acontece, o vírus morre” disse o Dr Dayrit.
Romulo Conde, Supervisor Técnico do PCRDF, disse que os resultados foram promissores, mas a fim de satisfazer a comunidade cientifica, precisam de conclusões mais concretas. Não é bom tirar conclusões pela metade, acrescentou. Disse ainda que os testes continuarão no próximo ano.
De acordo com a edição de Novembro da “Discover Magazine”, um grupo de cientistas canadenses desenvolveram o que eles chamaram de “camisinha invisível”, que nada mais é do que uma gelatina anti-microbiana atuando na prevenção do HIV. A equipe liderada pelo Dr Michael Bergeron disse que o gel, incolor e inodoro, não é um preventivo para gravidez, mas pode bloquear o vírus da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.
“O preparado do Dr Bergeron, que ele chama de “camisinha invisível” consiste de dois componentes. O primeiro é um polímero gelatinoso, que é liquido na temperatura ambiente, mas torna-se um gel quando na temperatura do corpo.
Quando introduzido, o liquido se dissemina por toda a parede vaginal, tornando-se em seguida uma gelatina e criando uma barreira semi-sólida contra agentes infecciosos”, reportou a Discover Magazine. O segundo ingrediente é um anti-germe como o lauril sulfato de sódio, uma substância saponácea que dissolve as membranas dos vírus, eliminando-os. O lauril sulfato de sódio é um elemento químico derivado do ácido laurico e do leite materno, conhecido como um eliminador de micróbios. A gelatina, quando testada em ratos, foi 90 a 100 por cento eficaz na eliminação do vírus da herpes genital.
Em outro artigo publicado no “Indian Coconut Journal “ em Setembro de 1995, a Dra. Enig afirmou :

“O reconhecimento da atividade anti-microbiana da monolaurina tem sido registrada desde 1966. O trabalho embrionário pode ser creditado a Jon Kabara. Essa pesquisa anterior foi direcionada para os efeitos virucidais por causa dos possíveis problemas relacionados com a preservação de alimentos. Alguns dos antigos trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982), que mostravam os efeitos virucidais da monolaurina sobre vírus envolvidos em RNA e DNA, foram elaborados em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço Publico de Saúde Americano, com protótipos selecionados ou reconhecidos como envolvidos em membranas de lipídios de grande rigidez. “

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A Dra. Enig afirmou em seu artigo, que a monolaurina, cujo precursor é o acido laurico, destrói a membrana de lipídios que envolve o vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos.
Ela escreveu: “Dos ácidos graxos saturados, o ácido laurico tem uma atividade antiviral maior do que os ácidos caprilico(C10) e miristico (C14). A ação atribuída ao monolauril é a de que ele solubiliza os lipídios contidos no envoltório do vírus, causando a destruição desse envoltório.” Na Índia, o óleo de coco é ministrado a bezerros no tratamento de Cryptosporidium conforme reportado por Lark Lands Ph.D no seu livro a ser lançado, “Positivamente Bem”.
Apesar de não ter sido mencionado por Enig, o HHV-6A é um vírus que tem uma capa envolvente cuja expectativa é que se desintegre na presença de acido Laurico e/ou Manolaurina.
Segundo Dra. Enig, HIV, sarampo, Vírus da estomatite vesicular (VSV), Herpes Simplex Virus (HSV-1), Visna, Cytomegalovirus (CMV), Influenza vírus, Pneumonovirus, Syncytial vírus e Rubeola, são algumas das doenças que tem suas atividades inibidas pela Monolaurina. Algumas bactérias, que incluem Listeria, Staphylococus aureus, Streptococus agalactiae, Streptococci dos Grupos A, B, F e G, Organismos Gran-positivos e Gran-negativos tornaram-se inativas pelo ação da monolaurina.


O ÓLEO DE COCO NATURAL NA AIDS E EM OUTRAS INFECÇÕES VIRAIS


Em 19 de Julho de 1995 a Dra. Enig falava para um artigo publicado no jornal “THE HINDU”, O Jornal Nacional da Índia, quando afirmava que o óleo de coco é convertido pelo organismo em “monolaurina”, um ácido graxo com propriedades anti-virais, que pode ser útil no tratamento da AIDS. Um repórter do “THE HINDU” escreveu o seguinte a respeito da apresentação Dra. Enig durante uma conferência em Kochi :

Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente diagnosticada positiva, tornou-se HIV Negativa. Essa criança havia sido alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta que ajuda na geração de monolaurina no organismo”.

O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de que a monolaurina ajuda também na inibição de outros vírus como o sarampo, herpes, estomatite vesicular e Citomegalovirus e que pelo avançado das pesquisas, há também uma indicação de que o óleo de coco oferece certas medidas de proteção contra substâncias cancerígenas.

Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit, MD em 25 de julho de 2000 em Chennai na Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido láurico, como o babaçu, tucumã e côco da bahia). A experiência da administração de 50ml de óleo de coco diária em 15 pacientes (10 mulheres e 5 homens) portadores do HIV (o vírus da AIDS) e que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, M.D, mostraram um aumento do linfócitos de defesa do corpo, CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e 570 para 1671 respectivamente.

Um homem que possuía uma carga viral muito baixa (<0.4X103) e que não sofreu mudanças, não foi incluído no resultado final da pesquisa. As estatísticas finais incluíram resultados para 4 homens e 10 mulheres e mostram que 7 (2h, 5m) de 14 pacientes tiveram uma redução em 3 meses de uso diário do óleo, enquanto 8 (3h, 5m) sofreram redução em 6 meses. Os níveis de CD4 e CD8 aumentaram em 5 pacientes, mas não mantiveram relação com a diminuição da contagem viral.
A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores do HIV pode trazer como benefício a diminuição do nível da carga viral em indivíduos HIV positivos, diminuição do antígeno P24 e o aumento do CD4 e/ou CD4/CD8. Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose, pneumonia, herpes, doenças venéreas, auto-imunes como o lúpus e a psoríase, câncer, Crohn entre outras, seria de extrema valia. Da mesma maneira, o emprego deste óleos na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos mesmos problemas, dada sua penetração pela pele ser muito fácil. Óleos láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo também os melhores veículos carreadores para óleos essenciais. Na alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos, substituindo os óleos de soja, girassol e milho.

O refino não interfere nas suas propriedades terapêuticas, apesar de ser melhor o óleo in natura, porém a hidrogenação da parte insaturada do óleo pode levar à formação de gordura trans capaz de causar câncer, aumento do colesterol, entre outros desequilíbrios. O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e inflamações.
A DOSE TERAPÊUTICA

Baseada nos seus cálculos, e na quantidade de acido Láurico encontrado no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos, uma dieta rica de 24 gramas de acido láurico diariamente. Essa quantidade corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 10 onças de Puro Leite de Coco.

Aproximadamente 7 onças de coco bruto devem conter 24 gramas de acido láurico. Essa é a dose terapêutica diária sugerida pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de acido láurico contidos no leite humano materno.

ÓLEO DE CÔCO E CÂNCER


Em um estudo de Reddy e al (1984) com animais, puro óleo de côco exerceu efeito inibitório mais forte que o óleo MCT quando empregado em tumores do cólon induzidos pelo uso de azoximetano. Outras pesquisas de Cohen e al (1986) mostraram que os efeitos não promotores do cãncer do óleo de coco foram também observados no câncer dos seios induzido quimicamente. Neste modelo, a pequena elevação do colesterol nos animais comendo óleo de côco funcionou como protetora enquanto os animais comendo mais óleo poliinsaturado (milho, girassol, etc) tiveram redução do colesterol, mas contudo mais tumores. Os autores notaram que “…uma tendência inversa geral tem sido observada entre os tipos de lipídeos no organismo e a incidência de tumores para os 4 maiores grupos de gorduras.”

OS EFEITOS DO OLEO DE COCO NOS NIVEIS DE COLESTEROL E HDL

A Dra. Mary Enig MS (Cientista Nutricional) desenvolveu uma pesquisa original onde mostra a correlação positiva entre o óleo vegetal e o câncer e a negativa entre este e a gordura animal. Ela elaborou uma análise clara dos componentes das gorduras “trans” em 200 alimentos.
As gorduras “trans” são formadas quando os óleos vegetais são hidrogenados ou aquecidos a altas temperaturas. Com altas temperaturas, fica alterada a sua forma original “cis” transformando a gordura em gordura “trans”.
Ela estudou o efeito dessas gorduras trans, originárias de alimentos, sobre a função mista do sistema oxidativo do fígado que metaboliza no organismo drogas e poluentes ambientais. Um importante achado desses estudos foi que animais de laboratórios submetidos a uma dieta especial contendo gorduras trans, sofreram alterações nas atividades desse sistema de enzimas. Esses resultados foram em parte responsáveis pela revisão no “Health Aspects of Dietary Trans Fatty Acids, mantidas pela Federação das Sociedades de Biologia Experimental, Life Sciences Research Office por solicitação do FDA (Food and Drug Administration).
Dra. Mary Enig tem 17 artigos publicados em jornais científicos desde 1976. Em 1986 foi nomeada pelo Governador de Maryland para o Conselho Estadual de Aconselhamento Nutricional. Foi editora colaboradora da revista “Clinical Nutrition” e consultora editorial do jornal do Colégio Americano de Nutrição. Desde 1979 já proferiu mais de 50 palestras em seminários sobre alimentos e nutrição.
Num artigo publicado no “Indian Coconut Journal,” em 1995, a Dra. Enig afirmou que Ancel Keys tem uma grande responsabilidade pelo inicio da campanha contra a gordura saturada nos Estados Unidos. Ela questionou Keys afirmando que “toda gordura aumenta o colesterol; gorduras saturadas aumentam e as polinsaturadas reduzem o colesterol ; as gorduras hidrogenadas são problemas; as gorduras animal são problemas. E a Dra Enig conclui: “Como pode ser visto, seus achados não têm consistência”.
A Dra. Enig também declarou : “Os problemas com o óleo de coco começaram há quatro décadas quando pesquisadores alimentaram animais com óleo de coco hidrogenado propositadamente alterado, para torná-lo completamente destituído de qualquer ácido graxo essencial. Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (sendo a única fonte de gordura) apresentaram naturalmente uma deficiência em ácidos graxos essênciais. Houve um aumento do colesterol no sangue. Dietas que causam uma deficiência dos ácidos graxos essenciais provocam um aumento nos níveis de colesterol assim como nos índices arteroscleróticos. Os mesmos efeitos foram verificados com outros óleos hidrogenados como e de semente de algodão, soja e milho. Fica portanto claro que trata-se de uma função dos produtos hidrogenados, tanto por causa de uma deficiência dos ácidos graxos essenciais, como por causa das gorduras trans.
Uma questão que se coloca é: O que acontece quando animais são alimentados com óleo de coco não processado? A Dra. Enig escreveu : “Hostmark at al…” (1980) comparou os efeitos das dietas contendo 10% de óleo de coco e 10% de óleo de girassol em proteínas distribuídas em ratos fêmeas da raça Wistar. Em relação ao óleo de girassol, o óleo de coco produziu níveis significativamente mais baixos (p=0,05) de beta-pre lipoproteinas (VLDL) e significativamente mais altos (p=0,01) de alfa-lipoproteinas (HDL). “(Nota do Editor : HDL é considerado o bom colesterol prevenindo os depósitos do colesterol LDL nas paredes arteriais.)”.

Enig cita também um estudo elaborado por Awad (1981) onde ratos da raça Wistar foram alimentados com 14% de óleo de coco natural e 14% de óleo de girassol. Ela afirmou:” O óleo de girassol provocou nos tecidos dos animais um acúmulo de colesterol seis vezes maior do que os animais alimentados com óleo de coco (não hidrogenados)”. A conclusão que se pode tirar é que alimentar animais com óleo de coco hidrogenado destrói a formação de ácidos graxos essenciais potencializando a formação de arteriosclerose. É importante frisar que animais alimentados com óleo de coco regular tiveram um índice mais baixo de colesterol no fígado e em outros órgãos do corpo.
Enig também se referiu a um estudo epidemiológico elaborado por Kaunitz e Davrit (1992) em sociedades que se utilizavam do coco como alimento, onde se confirmou por um estudo da população, que uma dieta rica em óleo de coco não leva a um aumento dos índices de colesterol, nem das doenças coronarianas. Vale ressaltar que nessa sociedade não houve qualquer consumo de óleos hidrogenados. Apenas óleo de coco natural.
Em 1989, Kaunitz e Davrit chamaram atenção para um relatório de Mendis et al onde mostrava que mulheres do Sri Lanka que tiveram suas dietas alteradas de óleo de coco natural para óleo de milho, apresentaram uma redução no Colesterol LDL de23.8%, o que é uma boa noticia, porem o colesterol HDL também apresentou uma redução de 41,4% o que é uma má noticia. Isso criou uma relação LDL/HDL desfavorável, significando que numa dieta de óleo de milho haverá um maior depósito de colesterol nas artérias em relação ao óleo de coco natural. Em suma, a dieta com óleo de milho líquido acelera o depósito de colesterol, em comparação com aquela de óleo de coco natural.
O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (bom colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças do coração. Enig cita também a pesquisa de Tholstrup et al (1994) com óleo de palmeira (não hidrogenado) rico em acido láurico contendo também ácido mirístico. Tholstrup encontrou também um aumento significativo nos níveis de colesterol HDL.
No seu artigo, Enig registrou que os efeitos do óleo de coco em pessoas com baixo nível de colesterol é justamente o contrário daqueles com um alto nível. As pessoas com uma baixa contagem de colesterol, deverão apresentar um aumento de colesterol sanguíneo, do colesterol LDL e especialmente do colesterol HDL. Já as pessoas com alto nível de colesterol apresentarão uma redução dos níveis de colesterol total e colesterol LDL.
Os estudos que ela menciona mostra que em ambos os grupos a relação HDL/LDL se move numa direção favorável. Para pessoas com AIDS ou com comprometimento da imunidade para outras doenças, as conclusões desse pesquisa são profundas. Isto significa que tudo que tem sido informado ao público pela televisão no últimos 15 anos a respeito dos óleos vegetais têm sido meias-verdades, levando esse público a conclusões errôneas. O público tem sido levado a acreditar que óleos tropicais provocarão bloqueio nas artérias levando a doenças cardíacas. O que ocorre na verdade é justamente o contrário. Óleos tropicais naturais ajudam na preservação das artérias enquanto que ocorre o oposto com a maioria dos outros óleos vegetais, principalmente as gorduras hidrogenadas tão utilizadas hoje em pastelarias, biscoitos, pães, margarinas e produtos industrializados em geral.
Esta política contra o côco, babaçu e o dendê (palma), tem sido mantida por grandes multinacionais americanas que, sendo os maiores produtores mundiais de óleos vegetais poliinsaturados (soja, milho, canola e girassol), não querem sofrer perdas financeiras que estas alternativas trariam a eles, pois óleos extraídos de plantas tropicais como os cocoqueiros custariam muito mais baratos e seriam mais acessíveis às populações de baixa renda.
A Dr, Enig também informa que o óleo de canola é o pior para ser utilizado em qualquer circunstância. Quando utilizado na cozinha ele produz um elevado nível de gorduras trans.

ÓLEO DE CÔCO E MASSAGEM

Óleos láuricos como o de côco da Bahia e babaçu, são extremamente finos, de baixa viscosidade, sendo por isso excelentes veículos carreadores para óleos essenciais, dada à sua fácil e rápida penetração pelos poros da pele. São excelentes fontes alternativas para substituição do óleo mineral, hoje considerado dentro de alguns estudos científicos como cancerígeno. A vantagem é que são baratos e competitivos como produtos naturais.
São emolientes naturais, que podem ser empregados refinados ou não, possuindo normalmente uma longa durabilidade. Agem na pele hidratando suavemente, refrescando e devido ao seu teor em ácido láurico, como moderados anti-sépticos, além de terem efeito imunoestimulantes.

Como côco, são compreendidas várias alternativas da família das palmeiras, que contém óleos vegetais extraídos por prensagem, fervura ou artesanalmente por exposição ao sol de seus frutos e com alto teor de ácido láurico (acima de 40%) e que podem ser utilizadas para tudo o que foi descrito anteriormente por gerarem monolaurina no corpo. Entre estas alternativas disponíveis atualmente no mercado para uso tanto alimentar quanto para massagens temos:

Côco da Bahia
Babaçu
Murumuru
Tucumã (tucum)
Palmiste
Coquinho

Textos organizados, selecionados e complementados pelo Prof. Fábián László (prof_fabian_laszlo@hotmail.com)
Referências:

http://www.enig.com
http://www.lauric.org
http://www.coconutoil.com
http://www.pubmed.com
Report 14, Keep Hope Alive Magazine

Mary Enig cita 24 referências científicas na página 7 de seu artigo “Lauric Acid for HIV-infected Individuals,”:

1. Issacs, C.E. et al. Inactivation of enveloped viruses in human bodily fluids by purified lipids. Annals of the New York Academy of Sciences 1994;724:457-464.
2. Kabara, J.J. Antimicrobial agents derived from fatty acids. Journal of the American Oil Chemists Society 1984;61:397-403.
3. Hierholzer, J.C. and Kabara J.J. In vitro effects on Monolaurin compounds on enveloped RNA and DNA viruses. Journal of Food Safety 1982;4:1-12.
4. Wang, L.L. And Johnson, E.A. Inhibition of Listeria monocytogenes by fatty acids and monoglycerides. Appli Environ Microbiol 1992; 58:624-629.
5. Issacs, CE et al. Membrane-disruptive effect of human milk: inactivation of enveloped viruses. Journal of Infectious Diseases 1986;154:966-971.
6. Anti-viral effects of monolaruin. JAQA 1987;2:4-6 7. Issacs CE et al. Antiviral and antibacterial lipids in human milk and infant formula feeds. Archives of Disease in Childhood 1990;65:861-864.

Material ilustrativo:

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

ÓLEO DE COCO - Primeira parte

INTRODUÇÃO: A energia que mantém a vida dos seres humanos e, igualmente, a de todos os seres vivos, é a energia solar.

Na verdade, não somente os seres vivos; pois é a energia solar que movimenta, também, as nossas máquinas, os nossos carros, bem como os navios e os aviões.

O petróleo, ou melhor, a energia liberada pela queima do petróleo, é a energia Solar, armazenada nos fósseis vegetais, há milhões e milhões de anos.

Onde a energia for necessária, aqui no nosso planeta, lá estará a energia solar.

As flores nascem, os pássaros voam e fazem seus ninhos, os seres humanos trabalham, namoram, casam e têm filhos que por sua vez crescem e a vida segue e segue, nesta marcha e neste ritmo. E assim por diante.

A energia Solar é responsável, também, pela vida e pela reprodução dos animais selvagens, daninhos, dos vermes e dos germens.

Enfim: Vida é energia Solar.

Como essa maravilhosa e indispensável energia é captada e transformada em energia vital?

Inicialmente, a luz do Sol é absorvida pelas plantas, cujo pigmento verde, que lhes dá a cor – nossa conhecida Clorofila - a processa e a transforma em substâncias que, uma vez metabolizadas, liberam a preciosa energia. Os vegetais armazenam-nas nas folhas, nos caules, troncos e raízes, bem como nos frutos. A energia então ali armazenada será utilizada para o vegetal crescer e reproduzir-se. A reprodução dos vegetais, sabemos, pode ser feita de diferentes modos. Através das sementes, por exemplo.

Vamos falar de modo resumido e didático, da energia vital e de como se manifesta na natureza, nos seres vivos, na nossa vida.

Vamos ver:

Os vegetais transformam a energia solar em

1. Hidratos de Carbono – o conhecido açúcar: como o açúcar de cana de açúcar, açúcar de beterraba, açúcar de milho e de frutas.

2. Gorduras: como os óleos que podem ser extraídos do milho, da soja, do coco.

3. Proteínas: como as proteínas da soja, do feijão.

HIDRATOS DE CARBONO: é a principal fonte de energia alimentar em nossa dieta alimentar.

As principais fontes de hidratos de carbono na alimentação do Homem são os cereais, raízes, tubérculos, leguminosas, vegetais e frutos e produtos lácteos. Os hidratos de carbono, e os açúcares em particular, são a principal fonte de energia para o corpo, mas também desempenham um papel importante no prazer que sentimos durante uma refeição.

Eles adicionam sabor doce, aroma, textura, palatabilidade a uma larga variedade de alimentos que de outra forma não conseguiríamos ingerir. Os hidratos de carbono têm efeitos fisiológicos como o impacto na saciedade e esvaziamento gástrico e influência sobre a glicemia. A fibra dietética é conhecida como um importante moderador da digestão no intestino delgado e como o principal substrato de fermentação ao nível do cólon. Os hidratos de carbono desempenham um papel importante na manutenção da saúde como parte integrante de uma alimentação equilibrada e saudável e na prevenção de doenças.

Pergunta: Os hidratos de carbono causam Diabete?

Resposta: Não. A doença conhecida como Diabete, ou Diabetes, ocorre quando o organismo não pode metabolizar os Hidratos de Carbono – açucares – da dieta, por uma deficiência em um hormônio chamado – insulina – produzida pelo Pâncreas. A pessoa não produz ou produz quantidade insuficiente de insulina.

As Gorduras:

O nosso interesse está voltado para as gorduras na dieta do ser humano, nas gorduras da nossa dieta, que podem ser de dois tipos fundamentais e que são chamadas de gorduras saturadas e não saturadas, nomes que correspondem às suas estruturas moleculares e que servem para identificá-las. Do mesmo modo que os HB, as gorduras – lipídios – são utilizados para a produção de energia pelo nosso organismo e com liberação de o dobro de energia em relação ao HB; estes liberam 4,0 cal por grama metabolizada. As gorduras liberam o dobro: 9,0 cal por grama metabolizada, não sendo esta a razão mais importante de sua inclusão na nossa dieta.

A Gordura:

Transporta e armazena as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K);

Modulam os níveis sanguíneos de testosterona e outros hormônios sexuais que dentre todas as funções, atuam também na hipertrofia muscular;

Fornece elementos essenciais para formação de células do sistema imunológico;

É constituinte das membranas das células;

Reduz a perda de calor do organismo, funcionando como isolante térmico.

A alimentação de quem busca um melhor desempenho nos treinos, sem deixar de lado a saúde, deve conter um percentual de gorduras entre 20% a 25% das calorias totais diárias.

As gorduras, como os hidratos de carbono e as proteínas, são compostos chamados “orgânicos”, e foram assim chamados porque constituíam a estrutura fundamental dos organismos.

Os compostos orgânicos são constituídos por moléculas formadas de átomos de carbono unidas a outros elementos como o Hidrogênio e o Oxigênio, principalmente, além de outros que veremos no decorrer de nossa exposição.

Os átomos do elemento Carbono que constituem a molécula do composto orgânico estão ligados entre si, formando cadeias, como se fossem correntes, formando a estrutura fundamental da molécula.

Tais correntes, ou cadeias, podem ser curtas, médias e longas.

ÁCIDOS GRAXOS SATURADOS:

Quando cada um dos átomos da cadeia está ligado a um átomo de hidrogênio ou a de outro elemento como, por exemplo, o elemento oxigênio, é chamada ácido graxo saturado, isto é, não pode combinar-se com mais nenhum átomo. Está saturado.

São normalmente encontrados na forma sólida (gordura) e em produtos de origem animal como leite integral, manteiga, creme de leite, chantilly, queijos gordurosos (provolone, parmesão, mussarela), banha, bacon, sebo, toucinho, gordura das carnes, pele das aves e dos peixes.

Dr. Pedro Napoleão



sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Dr. Rondó

Esqueça tudo o que você já ouviu ou leu de ruim sobre gorduras saturadas. O óleo de coco é campeão nessas gorduras mas tem ótimo desempenho na cozinha por ser pouco suscetível a alterações quando aquecido. Nem mesmo o óleo de oliva, monoinsaturado louvado como the best, resiste ao confronto. Saudável e saboroso, deve fazer parte da alimentação, sim, desde que não seja aquecido. Neste caso, produz o ácido oléico, que tem sido relacionado com aumento de risco de câncer de mama e doenças cardíacas.

Os piores óleos para cozinhar são os polinsaturados, como os de milho, soja, girassol e canola, que apresentam as famigeradas gorduras trans geradas pelo processo de hidrogenação. Essas gorduras, está mais que provado, abrem espaço para doenças crônicas como câncer de mama e problemas cardiovasculares.

Tudo de bom!

  • Está comprovado que gorduras saturadas, como a de coco, protegem as células cardíacas contra lesões.
  • O óleo de coco resiste até 1 ano em temperatura ambiente, sem ficar rançoso, enquanto os óleos insaturados se rancificam em poucas horas, mesmo refrigerados.
  • O óleo de coco reduz nossa necessidade de vitamina E, tem boa ação antioxidante, protege contra câncer, doenças cardiovasculares e envelhecimento precoce.
  • Quanto mais insaturado o óleo, maiores os efeitos negativos sobre a tireóide e a produção do hormônio tireoidiano. Podem ocorrer hipotireoidismo aparente, aumento do colesterol, do índice de mortalidade por infecções, bem como câncer e doenças cardiovasculares. Já o saturado óleo de coco ativa o metabolismo e preserva as funções da tireóide.
  • Atualmente, frações do óleo de coco são usadas como drogas no tratamento de doenças - ácido butírico para câncer e os ácidos láurico e miriático para infecções virais. E combinações de gorduras de cadeia média, como as que ele possui, são vendidas para emagrecimento.
  • Quer mais? Pois saiba que em Yucatan, onde o uso da gordura de coco é rotina, a população apresenta uma taxa média metabólica 25% maior que da população americana.
    Por Dr. Rondó

10 MOTIVOS PARA CONSUMIR Dr. Sérgio Puppin, Cardiologista e Nutrólogo.

1 - Ação ANTIOXIDANTE – Colabora na diminuição da produção de “Radicais Livres”! Isto se deve principalmente a ação direta da vitamina-E presente na “Gordura de Coco Extra Virgem” composta por 8 frações desta vitamina; 4 tocotrienóis (alfa, gama, delta e teta) e 4 tocoferóis (alfa, gama, delta e teta).
Contrário a outras gorduras, principalmente em relação aos óleos poliinsaturados, a gordura de coco diminuiu as necessidades de vitamina E do organismo.
2 – COLESTEROL - Ajuda na redução do mau COLETEROL – LDL e evita que o mesmo se oxide. Por outro lado, promove a elevação do bom COLESTEROL - HDL contribuindo assim na prevenção e tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.
3 – Colabora no processo do EMAGRECIMENTO – De fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de TRIGLICERIDEOS DE CADEIA MÉDIA, não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, estes triglicerídeos rapidamente se transformam em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso ela é considerada “termogênica”, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias. Esta propriedade, aliada a capacidade que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireóide, aumenta o metabolismo basal e, conseqüentemente: EMAGRECE!
4 – Melhora o sistema IMUNOLÓGICO - agindo na prevenção e no combate aos VERMES – BACTÉRIAS e FUNGOS, restabelece a energia “roubada” por estes agentes. Conseqüentemente melhora a absorção dos nutrientes aumentando todas as defesas do organismo. A gordura de coco apresenta a maior concentração de Ácido Láurico, dentre todas as gorduras vegetais.
Em outras palavras, é o mesmo
ácido graxo presente no leite materno!
No organismo o Ácido Láurico é convertido em monolaurin que tem ações para combater inúmeras infecções. Mais recentemente em 1992, Isaacs e colaboradores confirmaram todos estes estudos.
Ainda em relação ao ácido láurico, veja a declaração da Dra. Mary Enig, uma das maiores autoridades mundiais em relação a estudos sobre gorduras, principalmente no que se refere à GORDURA DE COCO EXTRA VIRGEM, leia-se ÀCIDO LAURICO. Este artigo foi por ela publicado em setembro de 1995 no “Indian Coconut Journal”:
“O MONOLAURIN, cujo precursor é o àcido LÁURICO (C-12), destrói a membrana lipídica que envolve os vírus e, também ele inativa bactérias, levedura e fungos.” E acrescentou: “Dentre os ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem mais atividade anti-viral do que os ácidos caprílico (C-10) e mirístico (C-14). A ação atribuída ao MONOLAURIN é que ele solubiliza (dissolve) as gorduras...do envolve que envolve os vírus, destruindo assim sua capa protetora”. (Estes números e o C - significam a quantidade de átomos de carbono dos ácidos graxos).
Dentre centenas de outros trabalhos científicos, hoje a GORDURA DE COCO EXTRA VIRGEM é capaz de ajudar a combater uma infinidade de bactérias, leveduras, fungos e vírus, tais como: sarampo, herpes, estomatite vesicular e Cytomegalovirus (CMV), Epistein Bar vírus, vírus da hepatite C (HCV), AIDES (HIV), H. pylori, giárdia, cândida, cryptosporidium e outros parasitas intestinais.
5 – Regula a FUNÇÃO INTESTINAL – Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarréias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais. Ao mesmo tempo o ácido láurico, através do monolaurin, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas (inimigas), protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.
6 – Tireóide - Melhora o funcionamento da TIREÓIDE, tendo ainda ação “Anti-Envelhecimento” – Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula TIREÓIDE. O bom funcionamento da TIREÓIDE faz com que especificamente o mal COLESEROL – LDL, através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: PREGNENOLONA, PROGESTERONA e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas estas substâncias são necessárias na prevenção de Doenças Cardiovasculares, Senilidade, Obesidade, Câncer dentre outras doenças crônicas relacionadas à idade.
7 - Ação COSMÉTICA – A maioria das loções e cremes comerciais é constituída predominantemente de água. Estas preparações úmidas são rapidamente absorvidas pela pele seca e enrugada. Assim que a água entra na pele, o tecido é expandido como um balão com água, então as rugas desaparecem e a pele se torna mais macia. Porém, tudo isto é temporário. Em poucas horas a água é absorvida e levada para a corrente sangüínea e, tanto a secura como as rugas reaparecem. Além de não resolver o problema de hidratação e das rugas, estes cremes ou óleos refinados estão quase sempre oxidados, trazendo consigo uma montanha de radicais livres, que agravam cada vez mais o tecido elástico da pele tornando-a mais envelhecida.
A gordura de coco pode ser aplicada diretamente sobre a pele e mesmo nos cabelos, funcionando com um “condiocinador” natural, para isso é só massagear os cabelos com 1 colher das de sobremesa antes do banho. Além de hidratar a pele e não conter radicais livres, previne rugas numa verdadeira ação antienvelhecimento. Isto se deve a “lubrificação” da pele, permitindo que os nutrientes do sangue cheguem até ela.
8 – Ação dermatológica – Além do poder bactericida na pele, pode ser utilizada como cicatrizante de feridas, picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento do herpes e candidíase.
9 – Diabéticos – Controla a compulsão por CARBOIDRATOS – Assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue, conseqüentemente facilitando a vida dos DIABÉTICOS, a gordura de coco proporciona uma sensação de saciedade ainda maior e, acima de tudo não estimula a liberação de insulina, contribuindo desta forma para diminuir o “craving” compulsão por carboidratos, principalmente a doces. Contrário aos demais óleos poliinsaturados que dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição, restabelecendo os níveis normais de energia.
10 –– Fadiga crônica e Fibromialgia -Até recentemente estas duas entidades não eram reconhecidas pela medicina tradicional. Somente agora após uma grande divulgação na mídia da melhora clínica de milhares de pacientes, é que o tradicional “stablischment”, deu mão a palmatória, chegando mesmo a ser reconhecida pelo FDA, quando liberou um medicamento para combater este mal.
Estas duas entidades muitas vezes se confundem e, há autores que afirmam que ambas têm a mesma etiologia. Porém a esmagadora maioria da classe médica ainda insiste em afirmar que estas duas afecções são na realidade um quadro depressivo mascarado, devendo por isso mesmo ser tratada com antidepressivos.
Enquanto na Fibromialgia predomina o sintoma DOR, na Síndrome da Fadiga Crônica, o CANSAÇO é a tônica. Em outras palavras:
FADIGA CRÔNICA = (Sinônimo de) CANSAÇO
FIBROMIALGIA = (Sinônimo de) DOR
A Fibromilagia pode ser considerada um processo reumático, que freqüentemente acomete o pescoço, região lombar, ombros, nuca, parte superior das coxas, joelhos, nádegas, cotovelos e parte superior do tórax. É importante lembrar que os fenômenos dolorosos podem acometer qualquer parte do corpo.
Tanto a dor quanto o enrijecimento matinal é mais acentuado pela manhã, que muitas vezes é acompanhado de: insônia, dor de cabeça, depressão, mente embotada, desorientação, alterações digestivas, tonteiras, ataque de pânico e vermelhidão facial.
O sistema imunológico de uma pessoa afetada, freqüentemente é hipersensível a muitos fatores, tornando o indivíduo hiperalérgico a muitos alimentos. Estes sintomas podem ser agravados por outras alergias, falta de sono, estresse e infecções agudas.
Dentre as causas associadas a estas duas patologias destacamos: Herpes Zoster, Epstein – Barr Virus (o vírus do beijo), Mononucleose infecciosa, Resfriados e Estados Gripais, Deficiência nutricional, Intoxicações por metais pesados (mercúrio, chumbo, arsênico, cádmio, flúor, cloro, dentre outros), finalmente a deficiência de sais minerais e, o eterno desafio do homem, o estresse!
Hoje, a gordura de coco EXTRA – VIRGEM, talvez seja uma das melhores soluções para combater a Síndrome da Fadiga Crônica e Fibromialgia.
Os ácidos gordurosos de cadeia média, sobretudo o Láurico, podem eliminar vírus como os do Herpes e Epstein-Barr, que se acredita sejam os grandes responsáveis por estas entidades. Combate e ajuda eliminar cândida, giárdia e ameba. Ainda eliminam uma grande quantidade de vírus, bactérias e até mesmo certos vermes que podem estar relacionados à estas duas patologias.
A grande maioria dos médicos acredita que não é um único tipo de vírus ou bactéria os responsáveis pela Síndrome da Fadiga Crônica e, mesmo da Fibromialgia, mas sim, a combinação de vários agentes e fatores. Nestas condições a gordura de coco age neutralizando uma gama enorme destes agentes infecciosos. Melhora o sistema imunológico, elimina o estado de ESTRESSE sofrido por ele. Em fim, por aumentar nosso metabolismo e por recuperamos nossa energia plena, nos sentimos “mais jovens”, com capacidade para realizar nossos sonhos !
Lembre-se que não há contra-indicações para seu uso, na dúvida, consulte seu médico.